“Chorão: Marginal Alado” chegará aos cinemas em 2020; veja o teaser

“Chorão: Marginal Alado” chegará aos cinemas em 2020; veja o teaser

filme Chorão marginal alado

O documentário “Chorão: Marginal Alado” teve seu primeiro teaser divulgado essa semana. O filme, que vai recontar a vida do vocalista do Charlie Brown Jr., que morreu em 2013, chegará aos cinemas em 2020.

 

Dirigido por Felipe Novaes, “Chorão: Marginal Alado” foi criado a partir de imagens de arquivo de familiares e emissoras de TV, além de depoimentos de pessoas próximas como Serginho Groisman, João Gordo, Marcelo Nova e Zeca Baleiro.

 

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A produção vai estrear durante a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, participando da competição do evento com votos de júri popular no  dia 22 de outubro, terça-feira.

 

Bravura Cinematográfica que produziu o documentário  divulgou com exclusividade ao Omelete o primeiro teaser de Chorão – Marginal Alado.

 

Confira:

 

 

Fatos sobre o Chorão que talvez você não conheça

 

Ele NÃO é de Santos. Muita gente ainda acredita nisso, mas na verdade Chorão, ou melhor, Alexandre Magno Abrão, nasceu em Tremembé (São Paulo).

 

Durante sua infância e adolescência, Chorão entregava comidas feitas pela sua mãe.

 

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Foi em Santos que ele teve o primeiro contato com a música, ao substituir o vocalista de uma banda enquanto ele ia ao banheiro. Depois disso, foi convidado para formar um grupo.

 

Foi nesta banda que ele conheceu Champignon – na época, o baixista tinha apenas 12 anos.

 

O nome da banda surgiu por acaso e envolve uma barraca de água de coco com o desenho do Charlie Brown que foi atropelada pela galera e o fato de serem “filhos do rock”.

 

O apelido de Alexandre, que veio a se tornar seu nome artístico, surgiu de um colega skatista durante sua infância. Na época, o paulistano, que ainda não sabia andar de skate, foi zombado por esse amigo, que brincou dizendo “não chora!” enquanto praticava.

 

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Não tardou muito para que ele se tornasse a voz da expressão “skateboard na veia, rock n’ roll até a alma”. Chorão aprendeu a andar de skate e foi gradativamente dominando a arte. Chegou a participar de grandes campeonatos durante a década de 80, enquanto ajudava a difundir a fama do esporte no Brasil.

 

O legado do skateboard no Brasil deve muito a Chorão – aquele mesmo menino que antes era zombado por não dominar a prática.

 

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