Algumas bucetas vivem pra sempre – Conto Erótico

Algumas bucetas vivem pra sempre – Conto Erótico

Ana e Douglas formavam uma boa dupla. Eram jovens, populares, belíssimos e sempre dispostos a novas aventuras. No entanto, ao contrário do que todos pensavam, a relação íntima dos dois era a de duas pessoas casadas há cinquenta anos: morna e sem graça. Doug era um pervertido, um obsceno de primeira classe. Porém, Ana nunca conseguiu sentir as mesmas emoções que ele. Não era uma mulher muito apegada a sexo. Ela tentava entender isso, mudar, deixar-se contagiar pelos toques de Doug, mas nada ocorria, sua indiferença era a mesma. Certa vez, Ana deixou Doug foder com a sua amiga Laura e disse que iria apenas assistir, para ver se assim despertava algo inédito em seu espírito. Doug e Laura foderam a noite toda. Foi uma coisa de louco. Porém, depois de uma hora, quando olharam para Ana, ela estava dormindo na cadeira, completamente nua com uma das mãos na depressão de sua virilha. Doug e Laura se entreolharam, voltaram a foder de novo.  

 

A partir deste episódio Doug e Ana tentaram de tudo para acender o fogo que acreditavam existir dentro de Ana. Fantasias, brinquedos eróticos, exibicionismo, algemas, máscaras, tudo. No entanto, a indiferença de Ana era a mesma. Sua buceta mal ficava molhada. Parecia que Ana estava a realizar uma tarefa pela qual não sente nenhum tipo de interesse, mas a faz, apenas para agradar a Doug.  

 

Doug teve uma última ideia e disse a Ana que sexta ela iria foder como nunca em sua vida. Ana passou a semana inteira com isso na cabeça. Tentava estudar, não conseguia. Encontrava Doug, ele também estava distante, respondendo apenas o necessário e, curiosamente, não tentava arrastá-la até um canto para foder com ela a qualquer custo e a todo momento.

 

Até que chegou o tão esperado dia. Ana chegou ao apartamento de Doug trinta minutos antes. Após os primeiros beijos, Doug sacou de um dos bolsos um pequeno pote cheio de comprimidos. Seu olhar já era outro, malicioso, como quem tem uma carta nas mangas e sabe que com ela vai dominar o mundo.

 

– O que é isso? – Perguntou Ana.

 

– Tesão de vaca.

 

– Como funciona?

 

– Não tem nenhum segredo. Você toma e fica excitada.

 

– Não faz mal?

 

– Já viu alguém morrer por causa de tesão?

 

– Sim, meu tio Baixinho. Nunca te contei essa história? Ele tinha um bar próximo da universidade. Há três anos, no início de um período letivo, ele se apaixonou por uma caloura de dezesseis anos que frequentava o bar todas as sextas e sábados. Era linda, um piteuzinho, e corria o boato de que era virgem. Um dia, após fechar o bar, Baixinho enxergou ela metros à frente, caminhando sozinha na rua…

 

– Já sei, já sei. A estuprou e morreu na cadeia? Ou ali mesmo, espancado por um grupo de caras? Não, não, melhor!, ela deu uma surra nele!

 

– Nada disso. Morreu de tesão mesmo. Ficou tão excitado com a buceta fechadinha que o coração disparou, e quando gozou, teve um infarto. O pau dele nunca mais desceu. Foi velado de pau duro e quase não coube no caixão, sorte que já era velho e flácido.

 

Doug levou uma das mãos ao queixo, pensando. – Imagina só. Um verme sob as terras roendo um pau duro. Será que ele pode ser considerado viado? A pergunta é: cotas inclusivas entre os animais. Questão de tempo ou mimimi? Responda.

 

Ana riu. – Não seja babaca. Depois que a pele se esvai, vira um osso como outro qualquer.

 

– Não, não, está enganada. Paus são diferentes. Alguns vivem séculos! O meu mesmo tem cento e cinquenta anos. Paus só perdem para as bucetas. Essas são fogo. Algumas bucetas vivem pra sempre.

 

Ana tornou a sorrir. – Você precisa de um psiquiatra! Vamos tomar isso logo?

 

– Tá maluca, quer me ver preso? Toma só você, eu não preciso disso. Se eu tomar, vou sair por aí estuprando todo mundo.

 

Ana tomou dois comprimidos.

 

– Toma mais um, pra termos certeza.

 

Engoliu o terceiro.

 

Doug levou Ana até o quarto. Sentou-se na beira da cama, puxou ela sobre seu colo. A partir daí, Doug teve a sabedoria e a paciência de um mestre para guiar Ana e atiçar seus sentidos. Os primeiros beijos foram lentos e molhados. As mãos, sem nenhuma pressa, passavam pelas costas, barriga, apertavam os seios. Depois, tiraram as camisas. Os peitos destapados se uniram, o pau de Doug já não cabia no meio das calças e os beijos foram se tornando mais vigorosos. Ana começou a tomar gosto pelo momento, embora não estivesse a sentir, ainda, nenhuma excitação acentuada.

 

Um minuto depois, quando ficaram completamente pelados, esticaram-se juntos na cama, as pernas traçadas, os rostos colados e as bocas ora se beijando, ora mordendo o pescoço. Doug levou uma das mãos até o meio das pernas de Ana: encontrou tudo seco feito um deserto.

 

Mas Doug não se deixou abater. Ele recuou sua mão, deixou ela passear livre por todo corpo de Ana – ele sabia que estímulos ali, naquele momento, teriam efeito contrário, visto que a região não estava devidamente preparada para receber seus dedos.

 

– Desculpa. Mas eu amo você – Ana sussurrou, pensando que novamente havia fracassado.

 

– Shii. Calada.

 

– Não me manda calar boca, sabe que não gosto.

 

Doug foi tomado por uma espécie de fúria. Ele foi até o ouvido de Ana, uma de suas mãos traçaram o cabelo com força, a outra apertou a bunda. – Cala boca. Hoje você vai ser minha escrava – ele puxou ainda mais os cabelos. – Só abra a boca pra chupar meu pau e pra gemer.

 

Ana cogitou reclamar, mas sentiu uma emoção inédita espalhar-se por sua espinha e manteve-se quieta. Ela fechou os olhos e deixou-se levar por aquela ideia.

 

“Sou uma escrava”, pensou.

 

Doug levou novamente uma das mãos até a buceta de Ana. Desta vez ele a encontrou completamente encharcada, e por isso seus dedos puderam passar pelas camadas de pele com facilidade. Ele sorriu e olhou para Ana com um semblante vitorioso. – Então é isso, você gosta de ser uma escrava.

 

Ana mordeu os lábios e sorriu ao mesmo tempo. Sentiu vontade dizer que sim, mas não podia falar.

 

Doug ficou de joelhos na cama e aproximou seu pau da boca de Ana. Disparou dois tapas em seu rosto, depois ordenou. – Chupa.

 

Ana obedeceu calada. Uma das mãos de Doug ainda massageava o seu clitóris, ora fazendo movimentos circulares, ora penetrando-a e indo até o ponto G. Não demorou para ela começar a se contorcer na cama. Ana mal conseguia ficar com o pau dentro da boca. Chupava um pouco, fechava os olhos, se contorcia. Depois, passou a estimulá-lo apenas com uma das mãos, enquanto a outra brincava com seus seios e sua mente viajava para longe, para um universo até então desconhecido.

 

Este foi um dos retratos mais gloriosos que Doug viu durante toda sua relação. Ele tornou a sorrir vitorioso, recolheu sua mão e sustentou o queixo de Ana com dois dedos.

 

– Olha pra mim.

 

Ana abriu os olhos trêmulos e por um momento não soube onde estava.

 

– Lembre-se – Doug se permitiu alguns segundos de silêncio. – Você é minha escrava.

 

Ana assentiu com a cabeça.

 

– Levanta, fica de quatro.

 

Ana obedeceu.

 

No momento seguinte, pela primeira vez em sua vida Ana sentiu um verdadeiro prazer ao ser penetrada. Poderia dizer que perdera a virgindade só agora. Sua vida se iniciava naquele instante.  

 

A noite em questão durou mais de cinco horas. Transaram pela casa toda. No quarto, no sofá, no banheiro, exibiram-se nas janelas. Fizeram de tudo que um dia cogitaram. Ao fim, quando estavam para dormir, Ana comentou que gostou especialmente de três coisas. O sabor salgado do leite em sua boca. A dor aguda mas prazerosa advinda do cu. E de ficar por cima, cavalgando, pois, segundo ela, assim o pau ia até a porta de seu útero, e produzia um prazer que outras posições não despertaram.

 

Depois dessa noite, Ana nunca mais foi a mesma. Ela se transformou completamente após conhecer as excitações de seu espírito e os desejos da carne. Empolgada com essa grande descoberta Ana passou a tomar tesão de vaca pelo menos duas vezes por semana. No começo Doug adorou seu entusiasmo, porém foi se sentindo inseguro na medida em que não dava mais conta de Ana.

 

Um mês depois eles terminaram devido à uma situação bem inusitada. Ana tomou suas pílulas mágicas, eles transaram por quatro horas e Doug adormeceu logo após isso. Ele acordou duas horas mais tarde e notou que Ana não estava na cama nem no apartamento. Ligou para ela, ninguém atendeu. Debruçou-se na janela, para procurar na rua, e ouviu um gemido agudo vindo do andar de cima.

 

“Isso! Me come! Me come! Sou uma escrava!”

 

Doug subiu às pressas e arrombou a porta do vizinho. Lá estava Ana, no sofá, sentada em cima do pau de um cara, com outro em suas costas fodendo seu cu, e um na frente comendo sua boca. Doug era pervertido, mas não foi capaz de superar isso. Que curioso: ele mesmo cavou o término do seu relacionamento.  

 

Este conto faz parte do livro “Orgias, orgasmos & tapas na cara: histórias eróticas e absurdas”. Cadastre-se para a pré-venda: clique aqui.

 

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