Conto erótico: Um tributo prostituto para com ela

Conto erótico: Um tributo prostituto para com ela

conto erotico michel menezes

A alvorada vencia a noite uma nova vez quando uma tempestade voluptuosa inundou dois seres que estavam, há demasiado tempo, ardentemente enlaçados. Desprovidos de privacidade controlaram seus respectivos desejos até o presente momento.

 

Devidamente protegidos por quatro muralhas, o rapaz encostou-se na parede trazendo até ti a razão de todo seu ânimo: uma bela mulher de tamanho mediano, a pele branca, o torso fino sobre a cintura larga, destacando, entre todos seus encantos, a anca farta e rica em delícias. Seus lábios de pouca espessura, mesmo quando unidos; porém mantinham-se obstinados no intuito de instigar nosso galã. Seus olhos uma imensidão negra e penetrantes, de sobrancelha ligeiramente empinada, que dava, a sua face, traços igualmente angelicais e desnorteantes. Entre todas as artes que encontrei no percurso da vida, certamente uma das mais belas.

 

 

As preliminares iniciaram-se em um beijo vigoroso conforme as mãos dos participantes buscavam, a cada segundo, se desfazer das peças de roupa. Lento em suas ações e destituído de pressa, o homem passeou com suas mãos por todo corpo da estimada, vencendo a blusa e encontrando os seios: breves e de graciosa plenitude. O primeiro movimento em sua ponta rosada fez nascer na mulher o mais belo de seus adornos: o sorriso. Quando exposto uma pequena maça formava-se em seu rosto, evidenciando dentes brancos e pequenos. Sua expressão, quando o riso se mostrava, poderia estremecer um homem num raio de quilômetros. Apenas arrasadora.

 

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(Amigo leitor, há de compreender a enorme dificuldade que encontro ao tentar concentrar minha escrita nas ações dos personagens. Inevitavelmente os pensamentos são tomados por valorosos sentimentos de estima e adoração a mulher central da presente anedota.)

 

Curtos minutos depois estavam na cama, seminus, a mulher por cima, a troca de olhares próxima e sedutora. Os olhos maliciosos hospedavam uma chama que passava a ser cultivada, e que se tornaria, em breve, num incêndio esplêndido.

 

Após vigorosos beijos o ídolo reorganizou as ações, montando-se sobre ela, iniciando, por desejo e encanto, uma nova série de carícias.

 

Os beijos ganharam formas sedutoras e as mãos mostravam-se inquietas quando o rapaz passou a descer pelo corpo jovial da razão de seus estímulos. Beijou o pescoço, a parte superior do peito que antecedia os seios (também beijou e acariciou estes), desceu pelo umbigo, retirou lentamente a calcinha, subiu até a cintura novamente num percurso regado de beijos e estímulos, beijou a coxa e a virilha até estar, de fato, em contato com a fenda já molhada que estacionava-se entre as pernas.

 

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Ligeiramente rosada e destituída de pelos, a aresta de carne mostrava-se belíssima, podendo, em qualquer geração ou época, tornar-se uma arte magnífica.

 

O homem por fim deu início a provocantes estímulos: afastou os lábios, encontrando a capital dos impulsos e repousando, após conhecer cada centímetro, sua língua e parte da atenção ali. Ações primorosas regaram as borboletas ao passo que dois de seus dedos invadiram a fresta, subindo exatos dois centímetros, iniciando gestos repetitivos, circulares e habilidosos. O que é o paraíso!

 

A moça regozijou-se em gratidão num gemido incompreensível; o homem sorriu vitorioso, ainda sem abandonar o posto (um rapaz no mínimo habilidoso, pois sorrir, gerir ações circulares com os dedos e manusear primorosos estímulos com a língua, tudo em sincronia, era, no mínimo, inédito) gozando o universo e feliz pela oportunidade.

 

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O instante heroico permeou-se por nobres momentos, permitindo a ambos alcançarem de pronto um elevado grau de criatividade, ansiosos pelos próximos segundos, que guardavam, certamente, prazeres ainda mais intensos.

 

A flor da pele, completamente aberta e receptiva, nossa musa trouxe o homem novamente até sua altura, regando-o de novos beijos, semelhantes ao anteriores, mas que possuíam, em certo estágio, maior teor lascivo e de gratidão.

 

Tomando controle da cena ela pôs-se por cima, encaixando com tremenda habilidade sua fenda na espada de carne, a adotar excitantes e incríveis gestos, que proporcionavam a ambos uma chama intensa e esplêndida, intensificada quando a mulher inclinou-se e tornou a beijar o homem, afogando em segundos sua face rubra de prazer no caloroso pescoço de seu ídolo.

 

Gemidos no ouvido do rapaz e pequenas mordidas antecederam o ato segundo de nossos atores, que reorganizaram-se adotando posições clássicas: a mulher estendeu-se feito cadela sobre o divã, deixando à mostra suas nádegas ofertas, claras e ricas, prestes a serem vítimas de um nefasto assalto.

 

Tentado a pegar a via errada o homem conteve-se. Redobrou-se perante o ventre da bela e deu início a novas ofensivas, ajustando um dos pés para obter maior força de ataque, ao passo que uma das mãos coordenava a serva por um dos ombros, no intuito de aproximar os corpos e intensificar suas investidas. A mão livre desceu até os lábios da capital, afastando-os majestosamente, retomando ações passadas que deixou sua vítima a flor da pele: os dedos mágicos pareciam conhecer cada nota da orquestra.

 

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Graves gritos e sussurros prolongaram o instante, que se seguiu para um momento mais ameno, onde a moça iniciou embate labial com seu benfeitor, regando-o de lambidas e sábias chupadas, que também lhe agradavam, pois estava, de forma justa, retribuindo a oferta passada.

 

Retomando delícias antigas nossos atores tornaram a se beijar em contato direto. Ambos novamente deitados, em relação intensa e calorosa. A mulher permaneceu por baixo quando o jovem ordenou um novo ataque: derramou sobre ela toda sua disposição, trazendo por suas costas um dos braços, que chegava aos ombros e pressionava seu corpo contra o dela. A segunda mão desceu próxima ao centro de todo encontro, iniciando novos movimentos, o estopim: curtos minutos de grosseiras ofensivas e habilidosas ações bastaram para que a mulher soltasse um grito mudo de gratidão, contorcendo-se por completa, evidenciando, a todo universo, que encontrava-se completamente satisfeita.

 

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Nosso galã buscou retomar os gestos circulares, mas foi imediatamente reprimido pela dama, que encontrava-se sensível, e sussurrou ao seu ouvido: “Continua.” Não poderia emanar frase mais sucinta e satisfatória!

 

O valente permaneceu destemido por novos instantes, roubando inéditos gritos, que lhe aspiravam a alma e dava gosto a vida: após prolongar-se por duradouros e prazerosos minutos tornou-se inútil encerrando a sessão primeira, que virou passado, já que iniciaram a segunda curtos momentos depois.

 

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