Sergio: Cinebiografia da Netflix estrelada por Wagner Moura

Sergio: Cinebiografia da Netflix estrelada por Wagner Moura

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Netflix continua investindo pesado em produções originais, e pelo grande público que tem no Brasil, representantes do país não poderiam ficar de fora destes conteúdos.

 

Depois de ter estrelado NarcosWagner Moura  o queridinho do Brasil (ou nem tanto) está de volta a plataforma de streaming em um novo filme envolvendo tramas políticas.

 

 

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“Sergio” é o título do filme que está sendo descrito como uma biografia épica.  O enredo consiste em uma cinebiografia de Sergio Vieira de Mello, humanitário que foi morto em 2003 no Iraque após bombardeio do grupo terrorista Al-Qaeda.

 

Além de falar do seu trabalho em prol da paz, o filme aborda também o relacionamento de Vieira de Mello com a diplomata argentina Carolina Larriera, interpretada pela atriz cubana Ana de Armas. A direção ficou a cargo de Greg Barker, responsável também por um documentário homônimo sobre o diplomata.

 

“Durante o período caótico após a invasão dos EUA ao Iraque, o diplomata da ONU Sergio Vieira de Mello assume a missão mais complexa e perigosa de sua carreira”, diz a sinopse.

 

O elenco contará com Ana De Armas (Blade Runner 2049), Garret Dillahunt (Fear the Walking Dead), Will Dalton (Loving), Clemens Schick (Casino Royale) e Brían F. O’Byrne (Little Boy Blue). A história será dirigida pelo estreante Greg Barker, conhecido documentarista. Já o roteiro fica com Craig Borten, indicado ao Oscar por Clube de Compras Dallas (2013).

 

 

 

Quem foi Sergio Vieira de Mello

 

Mello nasceu no Rio de Janeiro em 1948, mesmo ano da publicação da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Seu pai, Arnaldo Vieira de Mello, foi um diplomata brasileiro.

 

Na juventude, Sergio estudou filosofia na Universidade de Paris e, após diversos estudos de pós-graduação, concluiu doutorado em letras e ciências humanas.

 

 

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Chegou à ONU em 1969, e passou a atuar em diversas missões humanitárias e de paz em países como Bangladesh, Sudão, Chipe e Moçambique. Como negociador, foi enviado ao Camboja, Líbano, Bósnia e Herzegovina, Kosovo e Timor-Leste.

 

Próximo ao então secretário-geral da ONU em 2003, Kofi Anan, Sergio foi enviado pelo mandatário da entidade ao Iraque em 2003 como seu representante. O país vivia um conflito em meio a “Guerra ao Terror”, travada pelos Estados Unidos após os atentados de “Onze de Setembro”.

 

Foi na capital Badgá que Mello morreu em 19 de agosto daquele ano, após um atentado com um caminhão-bomba ao hotel onde estavam hospedados funcionários da Organização das Nações Unidas.

 

 

Medalha

 

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil criou a Medalha Sergio Vieira de Mello em homenagem aos trabalhadores humanitários que dedicam suas vidas a pessoas em necessidade. A outorga se realiza durante as celebrações do Dia Mundial do Trabalhador Humanitário, em 19 de agosto de cada ano.

 

Segundo o ministério, ela “homenageia o legado desse ilustre brasileiro na promoção da paz sustentável, da segurança internacional e de melhores condições de vida de indivíduos em situações de conflito armado, desafios aos quais Sergio Vieira de Mello dedicou sua vida e carreira, a serviço das Nações Unidas”.

 

Alem da estreia na plataforma de streaming em 17 de abril, o longa será exibido em  cinemas selecionados.

 

 

 

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