Com doença degenerativa, general Villas-Bôas defende uso medicinal da maconha

Com doença degenerativa, general Villas-Bôas defende uso medicinal da maconha

Villas-Bôas maconha

O ex-comandante do exército brasileiro, o general Villas-Bôas, 67 anos, defendeu recentemente o uso medicinal da maconha. Ele enfrenta um momento delicado em sua vida: em Dezembro de 2016, começou a ter sintomas de fraqueza muscular. Pouco tempo depois, descobriu ter uma doença degenerativa que ataca os músculos.

 

Além disso, Bôas já convive e luta contra a depressão desde 2001. Segundo ele, esta doença é ainda mais influente em si: “A depressão ela te destrói por dentro, ela te tira o ânimo de fazer as coisas, tira o ânimo de enfrentar o futuro, sabe?”

 

 

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Como uma das consequências de sua doença, o atual assessor do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) do Palácio do Planalto corre riscos de não falar mais – atualmente ele já demonstra grande dificuldade. Por isso, ele vem testando alternativas tecnológicas que possam substituir a fala.

 

Villas-Bôas e o uso medicinal da maconha

 

Em meio aos tratamentos e alternativas que ele e seu médico vêm buscando, Bôas foi apresentado ao canabidiol – substância encontrada na maconha. Para o médico, o uso da medicação ainda não se faz necessário. No entanto, se preciso, Bôas se mostrou aberto e defendeu o uso do medicamento.

 

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Em entrevista exclusiva ao SBT, o general disse: “Eu não entendo por que ao mesmo tempo que tem gente lutando aí, defendendo a legalização da maconha, está tão difícil de se obter esses medicamentos para efeito medicinal. Eu acho, de certa forma, até uma hipocrisia social e vejo a luta de algumas pessoas que dependem disso para minimizar sintomas de efeitos de algumas doenças que têm dificuldade.”

 

Ainda na entrevista, Bôas afirmou que vai inaugurar um instituto ao lado de sua filha Adriana. O intuito: ajudar pessoas que sofrem com doenças incapacitantes semelhantes a sua.

 

Carreira militar 

 

Villas-Bôas ingressou no exército em 01 de Março de 1967. Doze anos mais tarde, em 1979, foi promovido ao posto de capitão. Na mesma época, foi designado instrutor da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).

 

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Bôas continuou suas ascensão dentro da carreira militar pelos anos seguintes. Ele ocupou diversos cargos de respeito e chegou ao cargo máximo da carreira em 2011, quando foi por fim promovido a General de Exército.

 

Em 05 de Fevereiro de 2015, Villas-Bôas assumiu como Comandante do Exército Brasileiro. Este cargo ele ocupou até o começo deste ano, quando o general Leal Pujol assumiu.

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